e eu já não postei diariamente,
aperte o play lá embaixo para ler. (se quiser, ) =:
a peleja continua. o hábito, o trágico, o cômico e o sádico. (foi só pra rimar) #
um post por dia. apenas um. (não disparei nem dois seguidos)
produção de texto, assim em série, sem cafeína adrenalina acorda cedo checa e liga escreve defende e fala, não consigo. ou até agora esta têm sido a angústia da minha crise dos 25. nestas de webwriting, trabalhar em casa, freela, eu ainda não me encontrei. escrevo. apago. reescrevo, falo, escrevo. e não publico. não torno público. e porquê a gente escreve quadrado. (?) . dois anos longe de redação, a cafeína me acompanha.
e à quem eu devo meu tesão pela comunicação:
das duas experiências em redação, primeiro em tv e depois em impresso, em campinas e jundiaí – tive a oportunidade ’sensacional’ de interagir com monstros, das duas artes. na primeira, campinas, nove da manhã às cinco e de lá faculdade. era um tesão e O MUNDO CÃO viciava. ali acompanhei casos como o da ‘menina veneno’ – (morreu a família toda e só ela sobrevive, evenenados por arsênico) http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL488503-5605,00-LICIA+FAZ+RECONSTITUICAO+DA+MORTE+DE+FAMILIA+ENVENENADA+EM+CAMPINAS.html,
peguei o bonde daquele caso em que os pais atiraram a criança na janela do carro, http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u68159.shtml , e várias outras entre garoto morto no freezer da escola pelo padre, sequestro, sumiço da cocaína, propina e endorfina. (cidade boa, cheia de bar).
CRISES DE ESTRESS, que me fazem ver o sensacional como arte…-> = sem saber já era um freestyle. adoro tv. pirava tomando café a ouvir meu mestre Duílio Fabbri Jr (tinha Jr profe?) . há muito não nos falamos. não sei bem porquê, talvez seja culpa minha, que ainda não conquistei nada tão grandioso pra contar pra ele digno de lhe enviar um e-mail,.
de lá para os dias de hoje, que luto pra escrever sobre alguma coisa, coisa qualquer e que alguém leia, que gire, energize, eu não voltei pra tv, um pessoal do estágio, hoje tá na band, que fica praticamente na mesma rua.
sem hipertensão. , é um porre e um tesão. diário. e lá produzi durante o ano todo o quadro cultural da emissora, apresentado por um exemplar raro de gentileza…(a arte deixa as pessoas sensíveis, no?) Edlaine Garcia, a quem devo gosto pela informação sobre cultura, arte, diversidade, espaço, criatividade…..
.. dormi na tv, acordei no jornal. mais ou menos assim. jornal novo na cidade, era perto de casa, perto do meu filho, salário, contrato, primeiro emprego, nem dormi direito. e já comecei no mesmo dia. experiência de guerra, condicionamento, aprendizado – monstro. Ivan Lopes, editando meus textos ‘bolão de praia’,, Rossit, que me fez escrever economia; (cadê o lead desta porra?) , Cláudio Liza, com uma paciência de Buda, tem as perguntas mais objetivas, daquelas que qualquer repórter deveria nascer sabendo fazê-las. . qual é a manchete do dia? este é o tesão, junto da cafeína, que ainda me acompanha e os palavrões que sempre acompanharam. e fui pro rio ver o rolling stones. perdi o celular da redação e me perdi do outro repórter. mas o texto tá lá. numa segunda feira, insatisfeita, porque há mais de um mês eu havia voltado como freela (subentende-se sem registro, benefícios e cositas mas) eu escrevi um e-mail de agradecimento (sim, me senti na obrigação de fazê-lo pelo tanto que aprendi) juntei minhas coisas da mesa e parti.
ninguém entendeu muito, nem eu. mas e u queria fazer algo novo.
depois de dois testes de entrada pro batalhão, era hora de experimentar. e assim meio que estou até o momento. na experiência . vídeo, assessoria de imprensa, produção de eventos, web tv, entrevista, música, terceiro setor, e o mais recente aulas em um curso técnico – de rádio, que eu nunca fiz e não tenho o menor interesse em fazer. odeio ouvir a minha voz sendo reproduzida em qualquer coisa. – eu nunca fiz terapia, seriamente. as aulas foram experiência power. daquelas que você conta toda vez que senta em uma mesa de bar na necessidade de partilhar – mas nem todo mundo entende. eu quero dar aulas porque quero tempo para estudar. simples assim.
boiando no marzão,
observar aquelas 25 pessoas em busca de profissionalização no rádio me trouxe mil e uma novas idéias e porquês e poréns e leads pra escrever esta minha trajetória (falo esta minha porque nesta crise eu tenho plano b pra tudo que me cerca, e são coisas várias) . e com as aulas eu fui pega no susto, começa dar aulas na terça, já era quinta. acho que deu certo, pra alguns.
pra firmar tudo na estatística e ser o menos parcial possível…=); meia dúzia já tinha emprego na área, outros já tinham feito alguma coisa, e os outros: sei lá. normal. viva a diversidade.
e as crianças não têm nem o estúdio para as aulas práticas”"”!. (eles odiavam teoria) -> e eu lecionei Histórico da criação audiovisual e Teoria da comunicação. ! tentei de tudo, obviamente não agradei tanto como deveria, mas se há polêmica, eu já alcancei alguma coisa.
eu mesma fiz o tal curso, em menos tempo que eles, porque era diário, na parte da manhã, em Campinas. foi quase um ano pra terminar, peguei meu DRT e cadê? (faço nem idéia, mas nem tinha nenhuma pretensão de trabalhar em rádio, sei lá, mas valeu). de lá, que veio o professor que me inspirou na experiência de guerra número 3,Emerson – não sei teu sobrenome, que deu pra mim as mesmas aulas que dei por aqui…. eu não gosto de slides, não levo jeito. minha letra na lousa é meio horrível. mas sei esquematizar a idéia visualmente;. tentei um surplus, (curta do cinecélula, mui bueno) eles odiaram, tentei textos, eles liam mal demais, tentei escrevam, foi agoniante,. alguns gostavam do esquema, texto na lousa, e etc. me passaram uma lista de e-mails. quem leu? dois, três, um record com 5. manipulação, comunicação de massa, indústria cultural, o jabá, e causos, mil causos que vi, ouvi e vivi. levei jornais, passei links, revistas, discutia os assuntos do dia, da semana,
logo assim de cara, para o meu eu estudante, (que acaba de ter tido mais um professor sensacional – Dr. Júlio César Barbosa) , entrei no esquema sem bóia. e talvez entenda porque eles (os professores) se emputecem amargamente com a falta de equipamento e espaço para a criatividade na sala de aula. é tudo pragmático embaçado custa caro. enfim,
quis fazer um podcast então. caos. não tinha como e a idéia não ‘apeteceu’ (uma palavra nova por dia) como deveria ao cara que coordena o curso. e não havia uma maneira de fazer isso on line e bla bla (sem desmerecer a justificativa da pessoa em questão) . e meu argumento não valeu tanto, e quando quis fazer meio que entre nós (eu e os alunos) , o equipamento de som não estava na sala.- e vários deles fizeram o texto para gravarmos * ((a idéia era eu trazer pra casa e postar como podcast em um blog deles – que pretendo fazer e repassar os textos das aulas – desde que alguém se comprometa a atualizar – já que a tia anda sem tempo para escrever dois textos seguidos aqui)///
e e a pessoa quer trabalhar com comunicação ‘tenho muito interesse por esta área’ (por esta mesmo, salvo o erro de concordância).
talvez comunicação surdo – mudo (?!??) - a idéia era que eles produzissem conteúdo.
enão soube formar algumas linhas a respeito do aborto, da pena de morte e sobre a legalização das drogas.
(com desconto de 11% de iss). foi demaisS.
e porquê disso tudo? foi pra me apresentar, eis-me aqui ^^
wakeup’
minha crise de falta de tesão . não..amanhã eu escrevo denovo. a repetição leva a condição. ou não. não.
se você ler só aqui eu já to feliz.
*
ouve? TÁ TRANQUIIIILO. BLACK ALIEN . MARCELINHO DA LUA
issonãoéumtextodeinternet.
Nhééééé…
Se isso não é um texto de internet, poste um texto de internet, porque ele quiz postar, porém ela não aceitou seu pedido e o mundo ficou doentio? (tbm foi só pra rimar…
Se vc ficar feliz, talvez infeliz, criarei uma matriz multipla na memória pra lembrar de tomar uma cerveja e sentir o peso da glória
imprópria.Deixe pra lá, vamos pra Escócia beber o que eles bebem, desde q vc pague… Vc paga né Nega? Paga sim, vc é freela e disso eu sinto saudade!!!
Nháááá xhitibummmm, isso tudo talvez seja o ritmo da boa música!