completa ae, ;

6 07 2008

pra completar a madrugada, em casa, refazendo os planos, reescrevendo meu roubo ao banco, nada mais caótico que uma paixão de 15 aos 25. já disse alguma vez, fico besta com paixonite – e ao menos há um ite que me irrite, já que não sofro de ‘frescurite’. e aí escrevo. escrevo em massa. catarse. e já que é pra exercitar o post, postarei mais uma vez. ao longo do dia, foram três.

chinês japonês, foi um sábado sem bar. e já é domingo, saravá.

tenho lido muito sobre novas mídias. e nada mais obrigatório que saiba ao menos o que se passa,  – e axé que venha um curso de graduação para eu lecionar. //// na minha reles (ainda) percepção de estudante, ser pesquisante e andante, fui me apaixonando por estes trecos comunicavéis que a internet dispõe: chats, fóruns, icq, msn, orkut, skype, twitter,delicious, blogs, myspace, tags, e eteceteres. > interagir com o contéudo tornando-se um produtor ao mesmo tempo em que consome é delirante, e apaixonante. (((*cheguei a ler o tal Pierre Levy na faculdade, sobre o virtual,  fizemos o famoso ‘repente’ na apresentação da resenha sobre o livro; e o hard work não deixou sentir muito esta arte))). –  

- se ligar, diz que eu não tô. -

tenho fuçado blogs e sites sobre publicidade, marketing – li muito sobre guerrilha: http://www.blogdeguerrilha.com.br/ , comunicação, arte educação e principalmente planejamento estratégico em terceiro setor, que é a área que me cabe no presente. e nestas tenho visto muito sobre a eficiência dos blogs, pessoais e corporativos, além da riqueza de material de pesquisa existente nas redes sociais… e o mais interessante, e o que me chama a atenção, é de como isso tudo pode ser usado  gratuitamente a favor de uma causa, – assim porque falo do setor que trabalho,  o 3º. (mais sobre isso -: http://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiro_setor ).

O trabalho de captação de recursos para um projeto não é tarefa difícil como tantos pensam. requer gentileza e cara pra bater. criatividade, claro, a chave. Além do projeto COLETIVO www.myspace.com/coletivo31 – que conta com apoios culturais e agora (logo menos) com a parceria do Estado para projetos de ressocialização através da arte com adolescentes internos da Fundação CASA,  ff ]// também participei da elaboração de um projeto de planejamento estratégico de comunicação para o Graacc http://www.graacc.org.br/index3.htm por conta da disciplina da pós graduação, e fiz um trabalho (pequeno) de consultoria – se é que posso chamar assim, para duas ongs, também na área de saúde aqui da região.

nos três casos, e em especial no primeiro, já que é ele que sinto na pele literalmente, o relacionamento com as tal mídias sociais e a observação do comportamento do teu possível patrocinador, apoiador ou doador na rede, é essencial e imprescindível para um trabalho com retorno. 

uma rede nesta área, que é bem legal pela comunicação com usuários do país inteiro – www.portadovoluntario.org.br

você precisa entender o que ele espera de você, da tua instituição, do teu projeto, da tua luta… se você não quer que teu projeto apenas lhe garanta um lugar no céu, tem de se sensibilizar e abrir o canal para a observação e análise do comportamento das pessoas que se envolvem com o tema. para isso, nada mais full que o orkut.  pesquise as pessoas. quem são elas? o que fazem, onde moram, o que estudam, o que ouvem, o que escrevem. 30 dias são suficientes para tal trabalho . primeiro passo dado, você traçou o perfil do teu público alvo. * sem gastos. / (pretendo colocar isso em prática com o COLETIVO no segundo semestre,)

A partir desta prospecção de doadores, patrocinadores e apoiadores do teu projeto tudo fica mais simples de ser traçado. fato. // a ação, baseada em perfis estudados ‘artesanalmente’ terá muito mais retorno do que a disparada de malas diretas mal diagramadas e anti ecológicas pelo correio.  *para este tratamento ‘individualizado’ do cliente/ doador / patrocinador em potencial,  vi a tal denominação ‘nanomarketing’ e achei horrenda do ponto de vista da minha acidez jornalística.

Uma ação de captação de recursos com base na web tem  chances de prosperar muito mais que os 50% de positivo-negativo que todas naturalmente têm. O fato é que ela permite a interação em tempo real e nada substitui até o momento esta mensuração de resultados tão now,  que cada clique no teu link, comentário no teu blog, no fórum da tua comunidade, no teu myspace, são capazes de proporcionar. já existem empresas que fazem este trabalho de rastreamento de redes sociais para empresas e o resultado positivo de ações baseadas nestes dados é impressionante.

:( são novas áreas da comunicação, novas profissões. e eu sequer pude concluir um podcast com meus alunos do curso de rádio):

e fim que eu tô com sono.  – paixonite reprimida num sábado à noite. * tempos modernos pra uma pós adolescente.

ouve agora, mais uma: Thalma Freitas e Max B.O (www.musicadebolso.com.br )