casa nova:

6 11 2008

Tamo de casa nova, clica na imagem e faz uma preza lá.

Axé!

http://elenaoquispostar.blogspot.com/







vem com nóis.

5 11 2008

tô apanhando demais aqui neste wordpress. tô mudando de endereço, achei o blogger mais didático pra mim. http://elenaoquispostar.blogspot.com/ talvez seja este o endereço.

(e não é que uma assombração do passado resolveu bater novamente por aqui?)

Eu acho graça nestes caras que depois de passado tanto tempo resolvem ressurgir das cinzas… falando com você da mesma maneira que falava quando estavam juntos… rá rá rá.  (eu dou corda, afinal como disse o IBGE, a situação tá ruim pra mulherada)

axé nóis tudo. e vem com nóis sexta feira!





Use com amor e carinho, se preferir até a última ponta

5 11 2008

DO MEU QUERIDO AMIGO FELIPÃO, BOB, FELIPÔNICO, GANJA MAN OU QUALQUER OUTRO NOME QUE TIVER POR AÍ. saudade brodera. (!!!) espaço sempre aberto pra quando tiver uma vontade louca de rabiscar….

“Antes nossos pais queriam de todas as formas vivenciar o movimento Hippie que teve sua origem em 1960 lá nos Estado Unidos e fortaleceu no Brasil na década de 70. Hoje parece que eles querem lutar contra o movimento cultural de plantar, colher e curti. Nunca se falaram tanto desse tal de cânhamo, bangh, ganja, diamba, marijuana, marihuana, Maria Joana, Mari, fino e etc. Cada um tem seu modo carinhoso de nomear essa planta que é originária da Ásia Central, tendo os primeiros registros históricos a mais de 200 anos a.C. na China, Egito e Índia.

Não estou escrevendo para buscar uma resposta ou “plantar” uma idéia na sua mente, quero que você reflita com minhas palavras que nossa sociedade está brigando por causa das taxas de juros em bancos, qual modelo de arma para as próximas guerras, se o nosso presidente Lula é um bêbado (deixa o cara curti a cana dele), falar em cachaça deixo minha indignação para os que são contra o uso do bafômetro nas ruas. Após o uso diminui o número de acidentes, não sou contra o uso do álcool! Mas use-a com moderação e se exceder na dose não pegue carro ou moto.

Espero que minhas palavras ajudem a percebe que nós devemos apoiar essa idéia que tudo que se faz com amor e carinho, não refletem com maldade. Aponte-me uma situação de agressividade, assalto a mão armada (157) ou maldade, após o uso do cânhamo? Impossível, esse dias fuçando alguns vídeos do You Tube, achei um senhor que aparentava ter uns 70 anos e ele dizia o seguinte. “Eu fumo maconha para que ela possa indicar um bom livro para eu ler, para sarar minhas enxaquecas, para eu ouvir a música com maior qualidade e fazer minha mente abrir mais um pouco com pensamentos positivos”. Por isso eu digo, tinha épocas de minha adolescência que rolavam campeonatos amadores de xadrez na varanda da casa de um grande amigo meu. O inicio era a ceda, isqueiro e recheio. Depois disso tinha o início do campeonato de xadrez em 1×1 no tabuleiro, use, mas faça sua mente exercitar e isso tira sua chance de se tachado de soneca!

Bom esse foi o primeiro, espero ter mais espaço para escrever e deixar registrado minhas palavras para o bom uso das coisas naturais. Viva a liberdade de expressão e vamos caminhando para uma sociedade decente e digna, falando nisso alguém tem um isqueiro ai?”

Esse artigo é autoria do jornalista Felipe Augusto.

Aguardem que outras idéias e assuntos diferentes podem surgir..


ganja mannnn , valeu rapáaa (mas isqueiro não, pq isqueiro já morreu, passa o bicccc…)

rá rá rá parte 2.

=)

então vai quarta feira, deixa a sexta feira chegáaaa:





presa,

4 11 2008

presencasssss

superprezinhamenor só pra não perder a brisa.

MuitooOO bão!

http://presa.blogger.com.br/





-*

4 11 2008

boas idéis pra bolar um stêncil =)

do Flickr :

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essepê:

4 11 2008

tô arrumando a casa, não se assuste.

preciso organizar isso tudo aqui. # na minha tarde navegante de blogs muito bons, que o meu seja no mínimo mais ‘apresentável’ né? é. achei tanta coisa boa que resolvi tirar o dia pra dar um up . -> vai vendo que eu me liguei em como faz pra colocar o llink na palavra – ho. minina esperta esta Ana Ju, diz ae.

momento sem noção essepêmundocão.::::

-> os ataques aos chineses em SP. :… Em três meses, mais de 50 casas assaltadas e em menos de um mês, quatro pessoas morreram durante os assaltos, fora as agressões.

boa reportagem do G1.

A polícia não fala muito sobre os suspeitos, apertada pela imprensa e em meio a uma greve e troca de tiros entre as polícias. Pelas descrições do assalto e a violência dos caras dá pra sentir que os ataques tem alguma motivação no mínimo preconceituosa. E o que diz o delegado (ô seô delgadoO!) como os chineses foram assassinados de maneiras diferentes: a tiro, espancamento e a pauladas (????) a quadrilha não é a mesma em todos os casos e por isso estão tão difíceis as investigações. (boa!).e já são três meses de assaltos. $$ .

e os china do centro vão baixar as portas dos bote.

Sandrão, Respeito Oriental – cabe né? japonês – chinês, tá tudo ali.






1. A depressão rima com as portas

4 11 2008

Amarelas, assim como a raiva, a angústia, a depressão … aquele estado amarelado de hepatite, de amarelão, de pus de unha encravada, de icterícia de bebê, de ar seco do sertão, de urina, de chinês. De jornalismo- amarelo, doença, decadência, degeneração…., e assim são as portas das novas unidades da Fundação CASA.

(((((No livro Psicodinâmica das cores em comunicação, de Modesto Farina – Ed. Edgard Blucher, tem muita coisa interessante, e todo mundo deveria ler. Uma resenha bem bacana sobre ele aqui: http://usabilidoido.com.br/psicodinamica_das_cores_em_comunicacao.html ;

O filme Amarelo Manga (que eu amo) também dá uma boa noção sobre isso. Almodóvar, por fim, explica tudo. Assita Volver.))))))

E as tardes dentro da unidade se vão meio amareladas assim como a sua nova identidade visual. O amarelo gema das portas rima com o tédio dos dias ali dentro, com a falta de sol, com a abstinência e com o tratamento a base de psicotrópicos dispensado à maior parte dos adolescentes.

O novo modelo arquitetônico, em que a unidade é dividida em três andares – primeiro piso: refeitório, salas de aula e oficinas, segundo piso: dormitórios e terceiro piso: quadra, e construída no meio do terreno, faz com que o sol seja raridade. Alguns dias, apesar do calor intenso, não se via uma fresta de luz entrar pelas janelas.

Na quadra, por conta das normas da segurança interna, não se pode encostar nas grades de proteção. A distância mínima que o adolescente deve ficar é de um metro. Não se pode acenar para fora, e se quiser pegar o sol que por vezes bate ali, tem de ficar sentado, de costas para parede. A justificativa fica sob as  possíveis tentativas de fugas.

Por diversas vezes presenciei vários deles sentados uns próximos aos outros na parede da quadra na intenção de dividir um feixe de sol que passava por ali.

Tanto nas prisões como nos centros de tratamento psiquiátrico, o banho de sol é recomendado pelos médicos especificamente para minimizar sintomas de depressão.

Artigos recentes demonstram cientificamente a relação entre a falta de exposição a luz do sol e a depressão. Como destaca o estudo publicado nos Archives of General Psychiatry , de maio deste ano: “As causas subjacentes da falta de vitamina D, como menor exposição ao sol ao reduzir as atividades ao ar livre, as mudanças de casa ou de hábitos como o de se vestir, o menor consumo de vitaminas podem originar depressões, mas a depressão pode ser também conseqüência de um baixo índice de vitamina D“.

O psicólogo Camilo Arantes, que trabalha em um centro de tratamento de adolescentes com dependência química, explica que na maioria dos jovens atendidos, o primeiro diagnóstico está sempre ligado à leve depressão. O que incentiva o consumo e por consequência a sua depedência.

A importância de atividades ao ar livre durante o tratamento é fundamental, segundo ele. “Em conjunto com o trabalho de conscientização e desintoxicação é necessária a atividade física, principalmente ao ar livre, onde a luz solar potencializa a ação da vitamina D no organismo e reduz o grau de depressão de maneira significativa”.

Somados em todo o Estado, são aproximadamente 11 mil adolescentes internos. De acordo com o último censo realizado com esta população de adolescentes, ficou constatado que pelo menos 48% eram usuários de algum tipo de droga ilícita. Não há dados na rede, e não recebi resposta até o momento dos pedidos que fiz sobre o tema, a respeito de quadros clínicos de depressão. O que se sabe é que sob a medida protetiva de saúde, estão inclusos tratamentos para dependência química de acordo com o serviço de saúde pública oferecida pelo município. Porém, no interior das unidades – salvo em alguns casos de grandes complexos onde acontecem reuniões de grupos do A.A e do N.A. – , a bomba privação de liberdade-abstinência-depressão é tratada com base em prescrição médica de psicotrópicos como Diazepam, Carbamazepina e Rivotril.

“As prescrições médicas são feitas de acordo com os exames realizados com o adolescente quando ingressa na unidade, o acompanhamento fica a cargo dos técnicos que podem ou não enviar notificações ao serviço de saúde pedindo suspensão ou progressão do uso do medicamento”, explicou a enfermeira de uma unidade visitada. (prefiro por enquanto não citar os nomes das pessoas e unidades que foram visitadas já que não tenho autorização das fontes para publicar a entrevista – já que também eu nem avisei que era entrevista.. ho ho ho, ).

Em uma tarde amarela na unidade, foram contados 28 adolescentes na fila para enfermaria. Em horários marcados todos eles passam suas queixas para a enfermeira de plantão e recebem medicamentos; a quantidade de horários de atendimento varia conforme a unidade. A consulta médica geralmente é realizada uma ou duas vezes por semana. O adolescente que tiver prescrição médica tem de ir até a enfermaria mesmo que se recuse a tomar a medicação. Em alguns casos, eles chegam a ser penalizados se não atenderem o chamado de atendimento de prontidão. Saídas para o PS são apenas em casos urgentes, já que sempre é preciso trabalhar com a hipótese de o adolescente estar blefando para tentar fuga.

Logo, o que se conclui é que em medidas de internação que podem durar até 3 anos, o adolescente é examinado uma única vez por algum médico do serviço psiquiátrico quando ingressa na unidade, e pode passar todos estes dias sob a prescrição de um medicamento anti-depressivo caso isso não seja revisto em seu atendimento individual que está previsto na lei. Nota-se, na leitura da mesma pesquisa citada acima, que os adolescentes egressos voltam a consumir drogas na mesma quantidade ou mais do que antes da internação.

R., 16 anos, conta que usava cocaína todos os dias nos últimos meses. Questionado sobre o vício, ele diz que era o que o deixava ligado pro ‘trampo’. “Passava par de dia acordado, ganhava dinheiro que nem água e cheirava tudo no mesmo dia”. Na sua nona passagem por um centro de internação, R. diz que já se acostumou com os remédios, mas que ao contrário do que pensam, ao invés de ‘passar’ a vontade da cocaína, a brisa lenta do anti-depressivo, só aumenta o desejo de consumir. “Parece brisa de baseado, aí que dá mais vontade ainda de tomar uma cerveja e dar um tirinho”.

(A abstinência, privação da liberdade e a depressão tornam diversos grupos de adolescentes em todo o Estado viciados em psicotrópicos, que de acordo com Arantes, são tão nocivos à saúde física e mental destes jovens em formação, como o uso de drogas como o crack e a cocaína. A fórmula simples, que poderia ser revista é de que sem os comprimidos, fatalmente aquele adolescente irá voltar ao consumo de drogas, alimentando o tráfico e na maior parte das vezes retornando à unidade depois de preso mais uma vez).

[continua…]

***ps- meus queridos, este é um rascunho/ resumo – já que não daria pra postar o texto todo aqui porque isso aqui é internet e ninguém merece ler páginas e mais páginas num blog////, mais informações oficiais e vários outros relatos virão quando o trampo estiver concluído.  Todos os dados são reais, assim como os personagens deste texto. //








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