parte 1

16 10 2008

‘quem não quer brilhar? quem? mostra quem … ninguém quer ser coadjuvante de ninguém….’,

já dizia o sábio Brown.

Nas últimas 72 horas – e isto tudo parece que começou lá junto com o tal Lindemberg de Santo André (que me lembra assombração) escrevi diversas cartas, algumas várias com o mesmo destino, outras pra pessoas que nem conheço tão bem, outras para Ju aqui mesma… cartas e não e-mails, e já explico o porquê…… /// mas eu tô me livrando do refém agora meu filho, vê se segue o exemplo da tia e deixa a programação da tv voltar ao normal – pelamor.

Se casos de amor aqui nesta minha terra não dão flor, o meu caso com o meu laptop também passou por uma crise existencial nos últimos dias. Nada assombroso para quem tem um estagiário de informática, estudante de engenharia da computação e o tal certificado da Microsoft, – que faz a criança acordar aos domingos as 5 da manhã para ir para SP. / Salvo a má vontade do brother, foram dois dias para chegar o diagnóstico do meu amigo e mais um para ele ser consertado. Cá estou eu de volta, exercitando os dedos nesta maratona, que agora tem prazo previsto – que seja aproximado, já que nunca fiz isso, mas desta vez este livro sai.

Estou temporariamente em casa. E que tenha a ‘brevidade’ do atendimento sócio educativo de internação, como tá lá no meu querido Sinase …

freestyle sem flow.

Passada a sensibilidade a flor da pele, que estava me consumindo dia a dia,  tentei equilibrar a hostilidade, a tensão e falta de liberdade que por pouco não me anulou. Passei o domingo refletindo sobre o que eu estava me tornando… e como mãe Oxum, tão presente em minha vida, e mais ainda neste dia 12 de outubro, eu já pressentia que antes que eu falasse, falariam…

O argumento é que não é da minha ‘natureza’ seguir regras. Ok. Eu sou ácida, azeda, e principalmente curiosa – com um quê de luta por justiça, já que eu não sei calar quando alguém se prejudica unicamente por egos e vaidades de outrem. E ali são vidas, precisamente 40, e que deles, ao menos 25 conviviam diariamente pelo menos 9 horas comigo. = muito mais tempo do que tenho passado com meu filhote, que sempre me salva com teus 400 sorrisos diários. (quais regras são estas? e o que dizem elas a não ser o andar com as mãos pra trás pedindo licença o tempo todo???? ).

E sem sorriso, algo ali queria roubar a minha liberdade. Ao passo que eu me aproximava cada vez mais daquelas todas crises e dilemas de adolescentes sem perspectiva, fui ficando tão presa quanto eles. Tão hostilizada e por que não dizer mal tratada … ( e como um dia eu já tinha dito, é tudo igual a antes, e não venha me dizer que o modelo FEBEM morreu, porque na boa, eu não vou mais deixar que me façam aceitar por imposição de ‘propriedade’ que esta é a melhor maneira de se fazer. Falta sim propriedade talvez em áreas jurídicas, psicológicas, pedagógicas, assistenciais e então, principalmente, de segurança – sim porque se a medida sócio educativa tem este nome é de fachada, uma vez que quem tem a voz única da gaiola pra lá, são eles).

Mas a minha propriedade, – que aos 25 e espero que assim seja ao longo de toda minha vida – , ainda está em formação. Não li isto em nenhum livro de auto ajuda, e considero que seja esta sim a minha natureza: estar em formação. Não tenho preguiça de aprender, não tenho preguiça de questionar, não fico vendo o barco passar, eu vou lá ver como é que segura o remo… dá pra entender???

Acho que tudo começou com o meu perfume – que pra quem conhece sabe que ele lembra o cheiro do beck …

http://www.natura.net/port/hotsite/ekos_priprioca/index.asp , sem argumento, logo na primeira semana, estereotiparam a educadora tatuada e colorida em maconheira. Dali eu já senti até que ponto a coisa podia andar … se tão falando sobre isso sem que eu perceba, que mais falaram de mim? e o mais loco que eu não tive nem a oportunidade de me apresentar …

Daí veio a questão da censura com o jornal, o rádio, o Racionais, o pular no banheiro pra pegar a bola, a formação sob a neurose, a conversa demais, a empatia, as brincadeiras …. a intenção única era no mínimo ‘destensionar’ o ambiente. Mas me odiaram, e eu que, de tão simpática dou idéia até pra mendigo na rua, me transformei numa pessoinha chata, que defendia os meninos ( e tá tudo na legislação, não fui eu não quem criou !) e que tava ali só pra tumultuar.

Os projetos foram engavetados. E eu aceitei a vaga na época simplesmente pela possibilidade de crescer, de desenvolver um trabalho bacana e principalmente com resultados. Acabei em casa, com uma caixa de long neck e uma tinta pro cabelo, a pensar no que eles estão fazendo agora …

{continua logo mais, que eu tô atrasada para o cabeleireiro}

ouve lá, ouve alto e canta junto comigo

UM POR AMOR, DOIS POR DINHEIRO – RACIONAIS MCS – que não é apologia aqui nem na China, vaenego!

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sem título

1 10 2008

Precisando checar para terminar dois textos… isso demonstra o meu receio em escrever aquilo que não leio. Nem é porque rima, mas apenas para lembrar o pensamento antes da palavra e não desperdiçar energia com o que me desgasta.





pero que sí, pero que no

29 09 2008

E isso me lembra a Chica… saravá que tô de folga pelas próximas 48 horas consecutivas. Axé nóis.

Dia cansativo, pensativo, de espinha na testa, tpm, ônibus perdido, manhã de domingo no presídio. Não é presídio, é centro de atendimento sócio educativo.

Mas antes de mais nada me lembrei de ontem, e este post é pra ontem. Que dentre o absurdo postado abaixo, rolou outro tão mais abusivo que merece destaque, e como domingo que vem é dia de eleição, é bom que se fale agora ou cale-se pelos próximos 4.

Não é de hoje que eu tô cansada de ver a troca de cadeiras na prefeitura da minha terra querida Jundiaí. Desde que o mundo é mundo pra mim, existe uma ‘crew’ de candidatos a prefeito, que troca a cadeira a cada quatro, quando não reeleito, com os reserva nas diverrrrrrsas secretarias existentes, que dentre elas, a de Cultura, que até hoje não respondeu meu e-mail sobre o COletivo. Enfim. Os nomes são fáceis, acho que até o Eric, que ainda tem 6 anos já sabe pelo menos citar dois deles: Ary Fossen (o atual ), Juca (o Secretário da Saúde, que frita pastel com a verba do SUS destinada ao Hospital São Vicente – a referência da cidade, e o único público, que aliás atende toda a região, e da Casa de Saúde – onde nasceu o Eric, que foi para a Unimed, voltou para a Prefeitura, voltou pra Unimed e até agora o que eu vejo funcionar por ali é apenas o estacionamento, pasmem que o hospital é imenso e poderia estar prestando o – por direito é do cidadão – atendimento médico gratuito… tem o Hospital Universitário também, que é uma pagação de pau a parte….; o Benassi – que esquenta cadeira por aí também, e o atual candidato a prefeitura da cidade e autor do ato mais bizarro já visto em campanhas eleitorais – só fico fula porque não tenho mais um celular com câmera para poder postar aqui a imagem da bizarrice – ; o senhor Miguel Hadad.

Sabadão, mais ou menos meio-dia, trabalhador brasileiro aguarda no ponto de ônibus, o transporte para seguir ao trabalho. A Avenida São João – uma das principais da cidade é um caos em horário de pico, e ao sábado então, tava lotada. No ponto de ônibus, pelo menos umas vinte pessoas eu consegui contar, fora os consumidores que saíam do supermercado e todos que ali transitavam…

De longe já dava pra ouvir o jingle. Normal nesta época, e de fone no ouvido até que não incomoda tanto. Era um destes carros de playboy, que eu neste meu reles entendimento de automóveis não soube identificar. Tinha um banner do  tal candidato pendurado sob os vidros do lado do passageiro, que tomavam conta de toda a lateral do carro. Dava pra ver que era uma mulher dirigindo, loira.. atrás vinham mais três carros na carreata.  O som alto e eles ainda buzinavam freneticamente. O semáforo fechou, eu aumentei o volume do meu fone e ali naquele impaciência, surge uma mão de dentro do carro, saindo pelo teto solar da caranga, com um rojão – daqueles de três tiros… &¨&#$%$@@$¨!!! Outro, e outro. Ao todo 9 ‘cabum’ no meu ouvido e ali no meio da população que aguardava o ônibus, que atravessava a rua, que andava pelo meio dos carros, sem contar nos motoristas que estavam aguardando o sinal verde ao lado da caranga explosiva dos playboys.

Uhu!

Sem levar em conta o ato insano para chamar a atenção, e a falta de bom senso do cidadão que tirou a mão de dentro do carro por três vezes para soltar um rojão no meio do povo; eu fico pensando até que ponto vai o respeito com o eleitor na campanha eleitoral. Como é que um cara que pensa em ser o prefeito da cidade (pela enésima vez, diga-se de passagem) apóia que um de teus cabos eleitorais – que dirá que o sujeito em questão deva ser parente do candidato, dado o ‘poder aquisitivo’ do mesmo, solte rojões em plena avenida em horário de pico, enquanto aguarda o semáforo abrir ????

…….

continua no próximo que eu preciso checar antes de terminar este texto.

Axé nóis que o dia foi um dos mais tensos, e que Oxalá abençoe nossas crianças.

Ouve – Preto em Movimento, MV Bill – é, ando viciada neste negão.





isso ae. ee

25 08 2008

pra registrar minha admiração pelos ‘seres literários’.

sabe quando dizem ‘esta história daria um livro’ ?, pois é, outros dizem que daria um filme…. (aliás vai começar uma série com este nome no multishow, não sei quando, procura ae) www.multishow.com.br

 o que me deixa contente é que existam pessoas, assim, diferentes da que aqui escreve, que levam esta frase à ponta dos dedos e escrevem, o livro, o filme, a novela, a peça, da tal história que daria tudo isso e mais …

fui no último dia da Bienal e fiquei encantada com a série de coisas bacanas e também corajosas – porque também existem os toscos – (aqueles de poemas ensaiadinhos me irritam profundamente), porém, contudo, todavia, eles publicam. e arrumam editoras – alguns vão indie, e aí eu admiro mais ainda porque a arte tá na fé de levar a vida com aquilo que te faz bem fazer (nossaquefraseruim). mas o saravá é em especial pra eles.  

de lá, fui assistir dois curtas no reserva cultural, do festival mix de curta metragens – (, procura no google que eu to sem saco pra links). na fila muita gente ‘cult’ e hype’ (uhu e che guevaras de apê). filmes bons, – eu off só absorvi o ‘prazer’ de publicar o trabalho. e deixar que falem, bem, mal, que não renda nenhuma grana, que digam que tá uma bosta, que você é sonhador e mil outras coisas mais – que tantoouço.ooO. mas tá lá. o livro, o filme, daquela frase clichê.

na volta, brindei (sozinha) no trem a caminho de casa, todos eles . eu e minha brhama. (odeio aqueles ‘agentes de segurança’ que ficam nos trens – mas logo mais um post em especial pra eles, – gentileza, pode ser?)

dia desses dou a luz à um mini zeca pagodinho. (hohoho, ).

 

monobloco – minha jangada .





u.

3 08 2008

de volta a neura viciante.

perdi a senha, não a passei para o meu amigo escritor de bobagens que inflam blogs e fóruns de orkuts e etcs.

salve o Ceará e todo seu axé, suas águas, suas praias, lagoas, fontes, seu baião de dois, a cachaça e o sorriso.  salve (m) os aprendizados ‘balanceados’ de até então. salve as tentativas todas e os escritos nos muros de alguns lugares por onde as pernas deram o ar da graça. e aos trens também, não há como esquecê-los, com todas estações e dials. salve a Lapa, daqui e do Rio, a alta e a baixa, teus arcos e muros e bares. ráa .

não só nos filmes o corte é de quem dirige. por aqui a história, ou estória ou roteiro ou memória, pra rimar e relembrar o repente, é de quem mata e não de quem sente.

foram alguns punhados de dias, idéias e lugares e cheiros. sem muito pra contar, porque não é assim. pra compartilhar, dizer por aí, sei lá. é meu, e eu divulgo os detalhes bons, solamente. hm – mas não foi um perder noites, ou enjôo de ressacas mal curadas, que perduram até segunda, terça…

tinha uma coisa de se ver dentro, de deixa como tá, amanhã resolve. e nunca voltava pra casa. nãováemborafiqueumpoucomaisninguémsabefazer… (que jovem guarda e decadente, pois é ). eu quis. não quis. mandei embora. pedi pra ficar. desculpei e não. e tudo intenso,.ou não. ou tudo ou o vazio. angustiante. e nesta de fabricação de enzimas e enlouquecimento de hormônios, o jeito era andar por aí, pra ver a desgraça maior que a nossa, pra desenhar nossa mea culpa com o mundo. cada qual na tua batida, chora, xinga, vomita e se perde. eu não sei se isso é amor. e ainda nem tinha me perguntado isso. mas de fantasia de sapos cavalgantes que me salvam do tédio eu disse o que veio – não era um pedido de me acompanhe até a estação, era levar o rádio na mochila, a brisa parou e nem gatos amarelos passaram a rir. do que eu sentia e previa e quem sabe até prevejo, ou não.

você quis caminhar. e eu devolvi o filme na locadora.

prefiro ver televisão.

tensão de vida inteira. tesão de lapa.

euqueroficar só.

sóassim.

 

-> aquela do Slim.





nem,

9 07 2008

pra firmar o compromisso, salve terça feira. hoje é quarta, feriado. nove de julho. eu tô cansada.

 

se num tem post, tem um poste.

 

ouve ae: Escuta essa – Mzuri Sana,





comotu doaq uilo quetetir aavo ntade.#

5 07 2008

e eu já não postei diariamente,

 

aperte o play lá embaixo para ler. (se quiser, ) =:

a peleja continua. o hábito, o trágico, o cômico e o sádico. (foi só pra rimar) #

um post por dia. apenas um. (não disparei nem dois seguidos)

produção de texto, assim em série, sem cafeína adrenalina acorda cedo checa e liga escreve defende e fala, não consigo.  ou até agora esta têm sido a angústia da minha crise dos 25. nestas de webwriting, trabalhar em casa, freela,  eu ainda não me encontrei. escrevo. apago. reescrevo, falo, escrevo. e não publico. não torno público. e porquê a gente escreve quadrado. (?) . dois anos longe de redação, a cafeína me acompanha.

e à quem eu devo meu tesão pela comunicação:

das duas experiências em redação, primeiro em tv e depois em impresso, em campinas e jundiaí – tive a oportunidade ‘sensacional’ de interagir com monstros, das duas artes. na primeira, campinas, nove da manhã às cinco e de lá faculdade. era um tesão e O MUNDO CÃO viciava. ali acompanhei casos como o da ‘menina veneno’ – (morreu a família toda e só ela sobrevive, evenenados por arsênico) http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL488503-5605,00-LICIA+FAZ+RECONSTITUICAO+DA+MORTE+DE+FAMILIA+ENVENENADA+EM+CAMPINAS.html,

peguei o bonde daquele caso em que os pais atiraram a criança na janela do carro, http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u68159.shtml , e várias outras entre garoto morto no freezer da escola pelo padre, sequestro, sumiço da cocaína, propina e endorfina. (cidade boa, cheia de bar).

CRISES DE ESTRESS, que me fazem ver o sensacional como arte…-> = sem saber já era um freestyle.  adoro tv. pirava tomando café a ouvir meu mestre Duílio Fabbri Jr (tinha Jr profe?) . há muito não nos falamos. não sei bem porquê, talvez seja culpa minha, que ainda não conquistei nada tão grandioso pra contar pra ele digno de lhe enviar um e-mail,.

de lá para os dias de hoje, que luto pra escrever sobre alguma coisa, coisa qualquer e que alguém leia, que gire, energize, eu não voltei pra tv, um pessoal do estágio, hoje tá na band, que fica praticamente na mesma rua.

sem hipertensão. , é um porre e um tesão. diário. e lá produzi durante o ano todo o quadro cultural da emissora, apresentado por um exemplar raro de gentileza…(a arte deixa as pessoas sensíveis, no?) Edlaine Garcia, a quem devo gosto pela informação sobre cultura, arte, diversidade, espaço, criatividade…..

.. dormi na tv, acordei no jornal. mais ou menos assim. jornal novo na cidade, era perto de casa, perto do meu filho, salário, contrato, primeiro emprego, nem dormi direito. e já comecei no mesmo dia. experiência de guerra, condicionamento, aprendizado – monstro. Ivan Lopes, editando meus textos ‘bolão de praia’,, Rossit, que me fez escrever economia; (cadê o lead desta porra?) , Cláudio Liza, com uma paciência de Buda,  tem as perguntas mais objetivas, daquelas que qualquer repórter deveria nascer sabendo fazê-las.  . qual é a manchete do dia?  este é o tesão, junto da cafeína, que ainda me acompanha e os palavrões que sempre acompanharam. e fui pro rio ver o rolling stones. perdi o celular da redação e me perdi do outro repórter. mas o texto tá lá.  numa segunda feira, insatisfeita, porque há mais de um mês eu havia voltado como freela (subentende-se sem registro, benefícios e cositas mas) eu escrevi um e-mail de agradecimento (sim, me senti na obrigação de fazê-lo pelo tanto que aprendi) juntei minhas coisas da mesa e parti. 

ninguém entendeu muito, nem eu. mas e
u queria fazer algo novo.

depois de dois testes de entrada pro batalhão, era hora de experimentar. e assim meio que estou até o momento. na experiência . vídeo, assessoria de imprensa, produção de eventos, web tv, entrevista, música, terceiro setor, e o mais recente aulas em um curso técnico – de rádio, que eu nunca fiz e não tenho o menor interesse em fazer.  odeio ouvir a minha voz sendo reproduzida em qualquer coisa. – eu nunca fiz terapia, seriamente. as aulas foram experiência power. daquelas que você conta toda vez que senta em uma mesa de bar na necessidade de partilhar – mas nem todo mundo entende. eu quero dar aulas porque quero tempo para estudar. simples assim.

boiando no marzão,

observar aquelas 25 pessoas em busca de profissionalização no rádio me trouxe mil e uma novas idéias e porquês e poréns e leads pra escrever esta minha trajetória (falo esta minha porque nesta crise eu tenho plano b pra tudo que me cerca, e são coisas várias) . e com as aulas eu fui pega no susto, começa dar aulas na terça, já era quinta. acho que deu certo, pra alguns.

pra firmar tudo na estatística e ser o menos parcial possível…=); meia dúzia já tinha emprego na área, outros já tinham feito alguma coisa, e os outros: sei lá.  normal. viva a diversidade.

 e as crianças não têm nem o estúdio para as aulas práticas”””!. (eles odiavam teoria) -> e eu lecionei Histórico da criação audiovisual  e Teoria da comunicação. ! tentei de tudo, obviamente não agradei tanto como deveria, mas se há polêmica, eu já alcancei alguma coisa.

eu mesma fiz o tal curso, em menos tempo que eles, porque era diário, na parte da manhã, em Campinas. foi quase um ano pra terminar, peguei meu DRT e cadê? (faço nem idéia, mas nem tinha nenhuma pretensão de trabalhar em rádio, sei lá, mas valeu). de lá, que veio o professor que me inspirou na experiência de guerra número 3,Emerson – não sei teu sobrenome, que deu pra mim as mesmas aulas que dei por aqui…. eu não gosto de slides, não levo jeito. minha letra na lousa é meio horrível. mas sei esquematizar a idéia visualmente;. tentei um surplus, (curta do cinecélula, mui bueno) eles odiaram, tentei textos, eles liam mal demais, tentei escrevam, foi agoniante,. alguns gostavam do esquema, texto na lousa, e etc. me passaram uma lista de e-mails. quem leu? dois, três, um record com 5. manipulação, comunicação de massa, indústria cultural, o jabá, e causos, mil causos que vi, ouvi e vivi. levei jornais, passei links, revistas, discutia os assuntos do dia, da semana,

logo assim de cara, para o meu eu estudante, (que acaba de ter tido mais um professor sensacional – Dr. Júlio César Barbosa) , entrei no esquema sem bóia. e talvez entenda porque eles (os professores) se emputecem amargamente com a falta de equipamento e espaço para a criatividade na sala de aula. é tudo pragmático embaçado custa caro. enfim,

quis fazer um podcast então. caos. não tinha como e a idéia não ‘apeteceu’ (uma palavra nova por dia) como deveria ao cara que coordena o curso.  e não havia uma maneira de fazer isso on line e bla bla (sem desmerecer a justificativa da pessoa em questão) . e meu argumento não valeu tanto, e quando quis fazer meio que entre nós (eu e os alunos) , o equipamento de som não estava na sala.- e vários deles fizeram o texto para gravarmos * ((a idéia era eu trazer pra casa e postar como podcast em um blog deles – que pretendo fazer e repassar os textos das aulas – desde que alguém se comprometa a atualizar – já que a tia anda sem tempo para escrever dois textos seguidos aqui)///

e a pessoa quer trabalhar com comunicação ‘tenho muito interesse por esta área’ (por esta mesmo, salvo o erro de concordância).

 talvez comunicação surdo – mudo (?!??) –  a idéia era que eles produzissem conteúdo.

enão soube formar algumas linhas a respeito do aborto, da pena de morte e sobre a legalização das drogas.

 (com desconto de 11% de iss). foi demaisS.

e porquê disso tudo? foi pra me apresentar, eis-me aqui ^^

wakeup’

 minha crise de falta de tesão . não..amanhã eu escrevo denovo. a repetição leva a condição. ou não. não.

se você ler só aqui eu já to feliz.

*

ouve? TÁ TRANQUIIIILO. BLACK ALIEN . MARCELINHO DA LUA